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sábado, 15 de maio de 2010

Jesus de Nazaré & Jesus Cristo (Parte 2)


 - Senhor, Por que me abandonaste?
Com essa frase, Jesus de Nazaré agoniza na cruz. Sendo o único homem que foi penalizado com a morte em Jerusalém, e que teve seu corpo sepultado. Mas noticia nenhuma se tinha do Jesus Pregador, mais tarde nomeclaturado em grego de “Χριστüς”, no Latim “Cristus”, que significa Messias ou Salvador. O que na Bíblia passou a ser uma suplica ao Deus, seu pai, é na verdade uma lamento ao seu possível mestre.
Uma pista importante da semelhança dos dois é dada pelo beijo. Judas beija o Nazareno, e os soldados levam este, pensando ser o pregador. Outra pista, é dada por Pedro, ao afirmar desconhecer o homem levado à julgamento diante de Caifás. Maria de Magdala apresenta uma prova inquestionável. Diante dos apóstolos lamentosos, não se sabe como, a maioria não sabia que havia um sósia do mestre, declara:
- Ele está vivo.
Então são postos diante dele, e depois não mais se veem, Jesus, de sobrenome ignorado, passa a viver com Maria de Magdala e teria gerado três descendentes. O sexo dos filhos não é conhecido. Pedro volta a sua atividade anterior, pescador, e os outros também tomam o mesmo caminho. Mais de 30 anos depois, com pequenos focos de Crentes, ainda não eram denominados Cristãos, Matheus resolve escrever a História, e depois outras serão contadas, algumas datas e personagens são distorcidas por falta de embasamento. Então aparece um homem, mais tarde seria identificado como Saulo, um caçador de seguidores de Jesus, troca de nome e torna-se o responsável pela difusão da nova seita.
Com tantas histórias sobre esses dois homens, tão conhecidos, e tão enigmáticos que dividiram o mundo em antes e depois dele, ou deles, as lendas e mitos cresciam, formando um conglomerado religioso que colocava em risco o Império Romano e o Mitraísmo. Para resolver o problema, o Imperador Constantino convoca em 325 D.C. o concilio de Nicéia, onde alguns livros foram selecionados, outros para serem suprimidos, e assim é fundada a Religião oficial do Império Romano, o Cristianismo. Constantino torna-se, além de Imperador Romano, o Primeiro Papa.
Para corroborar a ideia de linhagem administrativa Pedro é dado como o primeiro Papa, e uma serie de outros, sendo Constantino, nesse caso o 14º no Papado. E Pedro teria sido condenado a Cruz, em Roma, onde nunca esteve, nem havia Crucificações.

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